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“Cenário econômico atual e perspectivas” é tema de workshop na ABIMDE

O economista Ivo Chermont fez uma análise do mercado global e apontou os fatores que impulsionam o aumento de juros
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A Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (ABIMDE) realizou na manhã do dia 22, mais um workshop com o objetivo de abrir espaço para informação, conhecimento e novos conteúdos. 

Nesta edição, o tema foi o “Cenário econômico atual e perspectivas”, em palestra ministrada por Ivo Chermont, sócio e economista-chefe da Quantitas. A palestra, que foi realizada on-line, foi antecedida por uma apresentação sobre capital financeiro.

 

Uma imagem contendo teto, computador, mesa, quarto

Descrição gerada automaticamente

Nesta explanação, Gabriel Mello, um dos sócios da Messem Investimentos, credenciado a XP, apresentou detalhes sobre a plataforma que oferece produtos das principais instituições financeiras do mercado.

Melo detalhou que a XP tem mais de 21 anos de história e é a maior corretora independente da América Latina e, que Messem nasceu em 2007, na cidade de Caxias do Sul (RS), como uma filial da XP, com escritórios em Porto Alegre, São Paulo, Brasília, e hoje está presente em mais de 20 localidades.

 

Interface gráfica do usuário, Aplicativo, Site

Descrição gerada automaticamente

Ele destacou ainda as vantagens de utilizar as soluções de investimento da Messem, que tem soluções para empresas como moedas e câmbio, com as melhores condições de contratação, sem tarifa de contrato, sem despesa de bancos, sem tarifa de transferência de ordem, com atendimento especializado, além de contar com um especialista de produto, que faz um acompanhamento personalizado.

Na sequência, Ivo Chermont, economista com ampla experiência na indústria de Asset Management (em inglês, gestão de ativos), que foi responsável pela cobertura da economia internacional, com ênfase em Estados Unidos, e posteriormente, na cobertura de indicadores globais, com foco especial em Europa, iniciou sua palestra abordando o panorama global sobre mercados futuros.

Chermont explicou que o principal fator que determina os movimentos de mercado não é local, ou seja, não envolve o Congresso Nacional ou o governo, mas o que dita o ritmo do mercado é o cenário internacional. Ele apontou que no último mês houve uma mudança relevante de risco para a inflação e os juros, mudando do âmbito local para o global. “Passamos o primeiro semestre inteiro discutindo o risco e o arcabouço fiscal, mas desde meados de julho houve um deslocamento importante para o risco global”.

De onde vem este risco? O economista esclareceu que o impacto vem de duas variáveis, a taxa de juros dos Estados Unidos, definida pelo Banco Central americano, que vai ter alta de 0,25, uma taxa de juros de longa duração, é o primeiro fator.  “O segundo ponto é que no começo de junho, o Congresso americano estava discutindo o teto da dívida e o tesouro trabalha com uma faixa mais alta de despesa. O Congresso fez um acordo para expandir a permissão da dívida, o que fez com que a taxa de juros aumentasse”, explicou. 

Esta condição macroeconômica, puxada pela economia nos Estados Unidos, que apesar de mostrar uma economia forte, apresentou um aumento na taxa de juros, significa a mesma perspectiva para o resto do mundo, ou seja, os países têm de ter a mesma conduta. “Estados Unidos é como um puxador de fila”, disse. 

Do outro lado do mundo, explicou Chermont, também existe muita incerteza e aumento do risco global em função do que está acontecendo na China, desde abril. Os dados econômicos daquele país não são favoráveis, há uma forte desaceleração do mercado imobiliário, que gera quebra de confiança, portanto, instabilidade, já que setor de construção responde por ¼ do mercado chinês, algo em torno de 25 a 30%.

“O risco que parecia local, fiscal, monetário, deslocou para o mundo, os juros americanos e crise no setor imobiliário da China. No Brasil, o Banco Central começou o corte de juros no início de agosto, ou seja, até o final do ano que vem, não muda a trajetória de juros”, ponderou. 

Na sequência, o diretor-executivo da ABIMDE, Coronel Armando Lemos, agradeceu a participação de Ivo Chermont e Gabriel Mello, e disse que os assuntos relevantes que a ABIMDE traz para os workshops vem atender algumas demandas das empresas associadas. 

“Há uma preocupação dos empresários em saber com fica a economia e para que lado devem ir, além de saber o que pode afetar seu negócio. Isto pode dar um norte, uma direção e dar certa tranquilidade na análise deste cenário econômico, que pode impactar na economia e no nosso setor de defesa e segurança”, concluiu o Coronel Lemos. 

 

Assista a gravação  do evento aqui.

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